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sábado, 22 de setembro de 2012

Barragem algodões - COCAL

(Oscar, Osmar e Fátima Frota) A barragem de Algodões I, localizada na divisa do Piauí com o Ceará a 250km de Teresina com aproximadamente 52 milhões de litros de água, era de grande importância para a comunidade cocalense e circunvizinhas. A barragem além de abastecer toda a comunidade rural onde era situada abastecia também vária residências da zona urbana e era utilizada para irrigação da lavoura e criação de peixes, além de proporcionar laser para toda a comunidade cocalense e visitantes. Era um ponto turístico maravilhoso, de cima de sua larga parede era possível observar a grandeza de sua beleza.
O intenso período chuvoso na região não permitiu implantar uma nova estrutura na barragem. Procurando dar maior segurança à população que reside no Povoado Algodões e proximidades, a Emgerpi enviou nesta terça-feira, dia 5, uma equipe de engenheiros para o local a fim de reforçar a estrutura e evitar que a força das águas rompa com parede da barragem. Tratores, escavadeiras e todo o material necessário para fortalecer os paredões da Barragem Algodões I, já foi providenciado e encaminhado ao local. Trata-se, portanto, de uma medida emergencial, visto a ameaça de escoamento das águas da barragem. A Emgerpi já viabiliza soluções mais rígidas para disponibilizar uma nova estrutura à Barragem Algodões I.
Com todas as precauções não foram suficiente para evitar rompimento da Barragem Algodões I, devido a estrutura dos paredões e sangrador ser mal feito e sem estudo dos impactos ambientais da região houve muito prejuízo ambientais, financeiros e da própria vidas das pessoas que moram no leito do rio Pirangi no município de Cocal PI.
A barragem de rompeu no dia 29 de maio de 2009, devido a grande quantidade de chuva na região que causou o aumento de suas águas e a parede não aguentou o peso. Toda água represada pela barragem escoou varrendo o vale ao lado do rio Pirangí arrastou casas, postes e árvores matando animais, pessoas e tudo que existia pela frente e chegaram a 20 metros de altura. Pelo menos 500 casas foram destruídas, 07 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas. Foi um grande desastre ambiental que pode levar anos para ser recuperado.


 
Para recuperação do local as autoridades irão reconstruir a barragem, mas para o local ser totalmente recuperado sugerimos a reposição do solo pois ficou muito escavado a água retirou todo húmus da região, o reflorestamento com plantas nativas como também atenção especial de proteção a fauna. Para isso será necessário fazer um estudo sobre os impactos ambientais da região para se construir novamente outra barragem e não cometer erros do passado, antes devem-se pagar as indenizações às pessoas afetadas pelo rompimento da barragem. Além de retirando as moradias que ficam ao longo do percurso para evitar perda de vida se caso aconteça novamente um possível rompimento, mas que para isso, se faça necessário construir uma estrutura de qualidade, ou então, não mais a barragem e simplesmente faça correção do fluxo de água do leito do rio preservando a fauna e flora da região.

Praça Santo Antônio na Comunidade Córrego, zona rural de Bom Princípio do Piauí – PI

Acadêmico: Mainar Bezerra Cardoso
A Praça Santo Antônio, localizada ao lado da Capela Santo Antônio de Pádua, na Comuni- dade Córrego, zona rural de Bom Princípio do Piauí, foi construída durante o mês de maio do ano em curso.
A acessibilidade não foi esquecida no momento de sua construção, como é observável nas imagens. Junto a ela foi também construída uma barraquinha na qual são vendidas comidas típicas e lanches em ocasiões festivas/celebrativas que juntam a comunidade. No local da mesma foram derrubadas algumas árvores frutíferas, como a cajazinha, por exemplo. Ao projetá-la, os membros da coordenação da referida capela entraram em acordo com as famílias da comunidade e defendiam que, com a construção da praça, os próprios fiéis da capela poderiam realizar eventos na mesma, tais como festas juninas e bingos beneficentes, dentre outras atividades socioculturais.
Atualmente isso realmente ocorre. Durante os festejos do padroeiro santo Antônio de Pádua, reali- zaram-se na pracinha todos os leilões e bingos ofertados pelos noitários das trezenas (treze celebrações ao santo) visando a manutenção da supracitada capela, como tradicionalmente ocorre. Vale salientar que vários eventos que envolvem a cultura e ações beneficentes vêm ocorrendo na Praça Santo Antônio desde sua inauguração realizada dia 31 de maio passado.
Sugiro à coorde- nação da capela Santo Antônio e aos moradores da comuni- dade que se unam e arborizem a pracinha para que ela fique cada vez mais bonita, sem falar na sombra e nos demais benefícios biológicos que as plantas proporcionam ao ambiente tais como a renovação e umidade do ar com a fotossíntese que utilizam o dióxido de carbono, dentre outros gases nocivo, e liberam o oxigênio, tão importante em nossa respiração. Podem ser utilizadas plantas ornamentais e frutíferas e arbustivas típicas na região. 

 A seguir são apresentadas mais algumas imagens da aconchegante Praça Santo Antônio:
De modo geral uma obra realizada no intuito de reformar alguma construção há todo cuidado necessário com o material de entulho que deve ser reaproveitado, sem descartar a hipótese de passar plásticos, dentre outros, para empresas que lidam com este material reutilizando-os (Reciclagem). Outro ponto importante é o desperdício da água, sendo que esta pode e deve ser reutilizada para outros fins após tratada, se possível; sendo importante, ainda, o armazenamento da água das chuvas. O material utilizado na nova obra necessita tem origem sustentável também. 
O responsável por tal obra deverá ir em busca empresas que fabricam material de construção pensando da preservação do planeta ao utilizar sua matéria-prima. Quanto à iluminação, a utilização de lâmpadas com um baixo consumo de energia, de baixa manutenção e longa vida útil, além, é claro, que as energias renováveis (eólica, solar, etc.), embora menos acessíveis em razão do alto custo, é uma alternativa de grande relevância para que a construção seja ecologicamente correta. Ao fim da obra deve ser adotada uma técnica de arborização da mesma, visto que as plantas exercem funções vitais aos seres vivos e ao próprio ambiente como um todo a partir do processo de fotossíntese, por exemplo, bem como outros benefícios como o ornamental!!! 

Por: Mainar Cardoso (Acadêmico do curso de Ciências Biológicas pela UFPI na modalidade à distância pelo consórcio UFPI/UAPI)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Rio Igaraçu é um dos efluentes do Rio Parnaíba cuja formação deltaica possui mais de quatro rios em sua formação. Tal rio torna-se componente do delta a montante do município de Parnaíba, e sua extensão é de 20km até a foz no Oceano Atlântico. Após o município de Luis Correia, recebe como afluente o Rio Portinho.
Nas águas do Rio Igaraçú, próximas ao município de Parnaíba, a pesca da manjuba possui elevada importância social através da geração de emprego e alimento para dezenas de famílias que possuem nessa pescaria a única fonte de renda. Os animais são capturados com a utilização de canoas a remo e redes, caracterizando a pesca como essencialmente artesanal.
Figuras 02 e 03 – Pesca artesanal de manjuba às margens do Rio Igaraçú Além de contribuir para o aumento da renda de muitas famílias a pesca da manjuba nas águas do Rio Igaraçu contribui também para a degradação da margem desse rio. A produção pesqueira é descarregada nas margens do Rio Igaraçu, em uma área sem estrutura adequada.
Após o desembarque, o pescado passa por um processo de salga, realizado sem cuidados de higiene e é acondicionado em sacos de nylon com cerca de 60 kg de manjuba.
Diante de tal situação, a EMBRAPA Meio-Norte, Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento, APMI (Associação dos Pescadores de Manjuba do Igaraçu) e SEBRAE promoveram no dia 06 de março de 2006 na cidade de Parnaíba, o I Seminário sobre a situação e potencialidade da pesca da manjuba no Baixo Parnaíba, a fim de transmitir informações sobre a pesca da manjuba e discutir problemas decorrentes dessa atividade. Um dos pontos mais discutidos foi a mudança do local de salga e beneficiamento do pescado. Como já foi observado nas imagens anteriores a salga do produto é realizada às margens do Rio Igaraçu sem a utilização de local e técnicas apropriadas. Como conseqüência desse fato constatou salinização do solo, redução de representantes da flora nativa às margens do rio e erosão.
A Embrapa Meio-Norte procurou contribuir para a continuidade desta atividade através do desenvolvimento de projeto que buscava determinar a distribuição, abundância e a estrutura populacional das espécies de manjuba que ocorrem no Rio Igaraçú, nas áreas próximas ao município de Parnaíba-PI. A determinação desses parâmetros serve como subsídio para o manejo pesqueiro, contribuindo para a sustentabilidade da atividade.
Após 6 anos percebeu-se que pouca coisa mudou. Embora tenha sido providenciado outro local para realizar a salga da manjuba, este é considerado inadequado para execução do processo. A unidade de beneficiamento improvisada foi construída às margens do rio e o material utilizado na construção também não é apropriado para tal fim.
Resíduos da salga do pescado são despejados às margens do rio contribuindo para a salinização dos solos e água. Percebe-se ainda a erosão no solo das margens do rio.
Diante do acima exposto, sugiro as mudanças abaixo para serem providenciadas levando em consideração a sustentabilidade: • Mudança do local de salga e beneficiamento do pescado; • Treinamento dos pescadores e colaboradores sobre métodos adequados de salga e beneficiamento do pescado; • Continuidade de projetos relacionados à fauna e flora da região que contribuirão como subsídio para que não ocorra, dentre outras coisas, a sobreexploração dos estoques na região, causando danos ambientais, econômicos e sociais; • Revitalização das margens do rio com o plantio de representantes da flora nativa; • Desenvolvimento de atividades relacionadas à Educação Ambiental junto a esta comunidade.
Lagoa do Portinho - Silvana


Lagoa do Portinho é uma das paisagens mais belas do Piauí. É cercada de dunas que se movimentam por causa da erosão, suas águas escuras contrastam com o branco das areias das dunas que lhe cercam.

A lagoa é abastecida pelos riachos do Portinho e do Brandão, sendo o Portinho que dá nome ao canal de conexão que rompe o campo de dunas e chega até o rio Igaraçu, o qual deságua no Oceano Atlântico. Duas estruturas de madeira formam uma passarela para os banhistas, este lado é usado pela população e turistas para o lazer, as pessoas usam as águas da lagoa para prática de esportes como windsurf, passeios de barco e banana boat e também passeiam muito com Jet ski. No lado leste da Lagoa do Portinho existe um complexo de dunas móveis e semi-fixas, no lado norte encontram-se dunas móveis que precisam ser contidas para que não soterre a lagoa nos próximos anos, logo atrás das dunas moram pescadores que vivem da pesca artesanal usando redes, tarrafas e linhas com anzóis. No lado sul da lagoa existe os riachos Portinho e Brandão, que fornecem as águas para o espelho do ponto turístico, neste lado existem arbustos e uma vegetação típica de mangue. O reservatório de água do Portinho é um dos principais recursos hídricos da região, utilizado pelos habitantes para suas atividades de pesca, agricultura e turismo.
Mas tudo o que foi relatado acima é coisa do passado, o que se vê hoje é uma lagoa agonizando, agonizando sim. As dunas estão soterrando as águas desta lagoa, mas a meu ver é tudo uma resposta da natureza a ação do homem. Motociclistas aos fins de semana ficam fazendo trilhas por cima destas mesmas dunas, com tudo isso e os ventos que sopram muito por estas redondezas colaboram pra um ir e vir das dunas. Vários projetos são feitos pra conter as dunas, mas todos sem sucesso, um deles foi à plantação de gramíneas em 2009.

Outro problema muito grande é que as águas desta lagoa estão sendo represadas por grandes empresários parnaibanos, a água que é pra população, está sendo represada para criação de peixes e camarão, piscinas e algumas mordomias dos ricos de Parnaíba.
Que providencias tomar?
1-Fiscalização pelo Ibama da margens da lagoa para que não haja o represamento de águas, pois a água é pra todos;
2- Controle da limpeza pública
3- Plantio de gramíneas apropriadas para a região com o devido acompanhamento.

LAGOA DA PRATA - PARNAIBA - PI




(LAGOA DA PRATA – PARNAIBA-PI)


Há mais ou menos 10 km da zona urbana de Parnaíba, fica a Lagoa da Prata, próximo à antiga fábrica Vegetex, hoje Vegeflora. Com um cenário exótico e de grande beleza natural, a lagoa ainda não é tão conhecida por grande parte da população da cidade. Rodeada de carnaúbas e com águas calmas, o local é ideal para o lazer, como pescaria, além das saudáveis práticas de atividades esportivas, como canoagem, já realizada há algum tempo atrás.
Suas águas são claras, cercadas de carnaúbas uma vista notável, mas infelizmente o lixo tomou conta da região. A Lagoa é excêntrica e encantadora, mas não é cuidada, não é explorada nem divulgada e muito pouco conhecida pelos próprios filhos da terra porque o acesso até lá é difícil.
Os moradores da comunidade reclamam a falta de calçamento na Lagoa da Prata, a falta de transporte, e conseqüentemente isso impossibilita a chegada até esse paraíso que apesar de maltratado e tão descuidado não consegue apagar seus encantos. Mesmo com a pouca freqüentação, em várias áreas podem ser notadas acúmulo de lixo, entre o material despejado, latas de cerveja e até mesmo fralda descartável o que inviabiliza a preservação do local. Nada de estrutural existe às margens do rio, nem se quer um projeto ambiental para que as pessoas se conscientizem quanto à preservação da área e nem placas informativas.
Muitos moradores da região ainda utilizam a lagoa como meio de busca para a sobrevivência, como são o caso de alguns pescadores. Infelizmente, o poder público ainda não estabeleceu ações voltadas para o local, nem se quer um projeto ambiental para que as pessoas se conscientizem quanto à preservação da área e nem placas informativas, e que também possa ser conhecida e visitada pela população. A Lagoa da Prata seria um bom lugar para roteiros de ecoturismo, sendo mais uma opção da população da cidade.

Grupo Buriti dos Lopes - PI



(Lagoa Grande de Buriti dos Lopes - Maria Airam de Souza) A lagoa grande de Buriti dos Lopes é a principal fonte em que os agricultores fazem o plantio de arroz em suas margens.Com sua água barrenta,ela tem 35 KM de circunferência e possui um enorme fluxo Hídrico.

Essa Lagoa é utilizada para a irrigação dos plantios de arroz em tempos de verão,no passado ela contribuiu muito para economia da cidade de Buriti dos Lopes
Para que a degradação não piore não, proponho o reflorestamento de suas margens para o bem de todos os animais e das pessoas que moram próximo a ela.




















(Riacho D'réia - Cristiano Costa) A imagem abaixo é um interior do cidade de Buriti dos Lopes. Nesta imagem vemos que existia um riacho (Riacho D'areia). Este riacho era fluente, principalemente no inverno e tinha grande importancia para as pessoas da região, pois sua águas serviam para animais beberem e as pessoas lavavam roupas. Hoje está praticamente seco, pois suas nacentes no pé dos morros foram muito danificadas pela ação humana, fazendo queimadas, roças e a criação de gado. Obviamente também teve influencia do clima que está mais quente, mas se não fosse a ação humana por muitos anos e a falta de preservação estaria bem melhor. O Riacho D'areia era um dos afluentes da Lagoa Grande de Buriti dos Lopes.
Logo mais abaixo deste local, hoje está tudo seco. O local da imagem era cheio de minadores nas frestas das pedras.
Esta foto foi tirada próxima a "pedra do letreiro" um pouco acima de onde fizemos a aula prática com o Cledinaldo
.
.Falar em recuperação destas áreas nas atuais condições seria algo muito dispendioso, mas é possivel sim através do plantio de arvores nativas e fiscalização dessas queimadas. Embora o clima não ajude muito, é mais viável dar preferencia ao plantio de plantas nativas mais resistentes como o cajuí, pequizeiro, faveira (Parkia platycephala) e algaroba, por exemplo, que ainda existe na região.








(Antonio Carlos) O Brejo Buritis fica localizado no centro da cidade de Buriti dos Lopes-PI, às margens da BR-343, Rodovia Federal que liga a Capital Teresina a cidade de Luis Correia no litoral Piauiense, sua vegetação está caracterizada como pertencente ao Bioma Mata de Cocais ou área de transição, que fica entre o Piauí, Maranhão e o Tocantins.
O Brejo Buritis é um sítio natural com significado histórico para cidade de Buriti dos Lopes, a despeito do grande potencial de uso e localização privilegiada. Este brejo tem grande importância na história da cidade, pois foi através dos buritizais que nasceu o nome da cidade, foi ali às margens do riacho buritis onde se estabeleceu o seu fundador o sertanista português o senhor Francisco Lopes, então ficou o nome Buriti dos Lopes
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Alternativas Relevantes para Preservação do Brejo Buritis:

Uma das alternativas seria os órgãos públicos colocar em prática um Plano de Manejo Ambiental, através do Conselho Ambiental Municipal, pois existe uma lei votada e aprovada na Câmara Municipal de Buriti dos Lopes a lei nº 316 de 11 de abril de 2002, que torna o brejo buritis como Área de Proteção Ambiental. Neste plano seria feito uma revitalização e recuperação da área, com replantio das áreas devastadas, e principalmente nas áreas das nascentes que foram as mais atingidas pelo homem.
Outra proposta apontada por mim no meu tcc, para uma melhor preservação deste bem comum, seria provocar os nossos alunos a conhecerem o Sítio Brejo Buritis, através de aulas-passeio, pois só se cuida ou preserva aquilo que se conhece. Essa seria uma proposta para longo prazo, visto que no futuro estes alunos estariam aptos a defenderem o brejo onde sua palmeira buriti (Mauritia flexuosa) está na bandeira local, no hino municipal e deu o nome de sua cidade.

 


(Degradação do Leito do rio Longá - Elizamar Bacelar) Vemos a degradação do encontro do rio Longá com o Parnaíba, onde praticamente todo ano é feita uma barragem de piçarra que corta o rio Longá, interligando a localidade Barra do Longá com a outra localidade Coroa de São Remígio, ambos pertencentes ao município de Buriti dos Lopes - PI. Devido a barragem houve uma mudança no leito do rio, ficado totalmente soterrado após anos e anos de toneladas e mais toneladas de piçarra ali depositadas. Antes, muitos anos atrás, quando não faziam barragens, o local era bem fundo e havia muitos peixes e o próprio rio Parnaíba não tinha tantas coroas (ilhas no meio do rio). O Parnaíba hoje, neste local até mais abaixo está muito raso (pode-se atravessá-lo caminhando em alguns locais!)

 













(Degradação das margens do rio Pirangi - Julysse neuma) O rio Pirangi fica situado as margens da BRB 343, na cidade de Buriti dos Lopes, é um local que as pessoas usam como atração do lazer, pelas cachoeiras, um local muito bonito, mas que ficou totalmente destruído pela desastre do rompimento da Barragem dos Algodões, fato mencionado pelo colega Oscar. As fortes chuvas, aumentaram os níveis de água, ocasionado o rompimento da barragem, as águas chegaram ao Buriti com muita força, o volume de água do rio Pirangi aumentou consideravelmente, e como prejuízo tivemos o rompimento da ponte, casas próximas ao rio forma levadas, e depois de três anos pouco foi recuperado. O rio Pirangi já não é mais o mesmo, as cachoeiras foram desfeitas e já não mais lembrando como um local de lazer e sim rasto da destruição.

 


PARQUE MUNICIPAL - LAGOA DO BEBEDOURO

   A Lagoa do Bebedouro fica próximo aos Bairros São Vicente de Paula e Santa Luzia em Parnaíba-PI, é um local de rara beleza que poderia ser bastante explorada e mostrada aos turistas como um cartão postal.
  Há algum tempo ao seu redor existiam palhoças e um calçadão onde as pessoas caminhavam, praticavam esportes e pescavam.  A Lagoa era ainda fonte de sobrevivência para os moradores do local. Infelizmente as palhoças encontram-se hoje depredadas por vândalos, do calçadão só existe restos, os pescadores não se atrevem mais praticar a pesca porque afirma que na lagoa tem cobra, jacaré dentre outros bichos.
A lagoa vem nos últimos anos passando por um processo muito rápido de degradação com a mortandade de peixes e plantas, apresentando um alto índice de poluição.

Pelo menos é o que parece à simples vista, é grande a carga de dejetos e lixo que é jogada ali pela população, o mau cheiro que já exala dali impressiona tanto quanto incomoda a quem se atreve a percorrer o seu perímetro, a poluição está tornando-se insuportável. O fato é que uma enorme área da lagoa encontra-se coberta por aguapés, que são indicadores naturais de poluição.



Discutir a sua recuperação pode ser o eixo norteador de uma política de educação socioambiental para a cidade de Parnaíba. Dentre as medidas que podem ser tomadas para que a Lagoa volte a ser desfrutada por toda a população temos:
·         Fazer a revitalização da Lagoa, incluindo a reconstrução da via de pedestres em seu entorno.
·         Refazer a iluminação Pública.
·         Realizar palestras de sensibilização a população, para que as medidas tomadas possam surtir o efeito desejado, (preservação).
·         Alertar a população quanto ao uso da água para banhar, lavar roupa ou para consumo humano.
·         Fazer o saneamento básico dos bairros em seu entorno.
·          Conter o arremesso de poluentes, oriundos de residências e fabricas aplicando multas aos devidos infratores.
·         Urbanizar, construindo do lado direito um parque ambiental, para que possa ser utilizado para passeios.
·         Não permitir apropriação indébita de suas margens para construção de casas particulares. etc
OBS: ESTE TRABALHO FOI FEITO PELA ALUNA DE BIOLOGIA DO PÓLO DE BURITI DOS LOPES, MARIA JANETE CARDOSO.