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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Grupo Buriti dos Lopes - PI



(Lagoa Grande de Buriti dos Lopes - Maria Airam de Souza) A lagoa grande de Buriti dos Lopes é a principal fonte em que os agricultores fazem o plantio de arroz em suas margens.Com sua água barrenta,ela tem 35 KM de circunferência e possui um enorme fluxo Hídrico.

Essa Lagoa é utilizada para a irrigação dos plantios de arroz em tempos de verão,no passado ela contribuiu muito para economia da cidade de Buriti dos Lopes
Para que a degradação não piore não, proponho o reflorestamento de suas margens para o bem de todos os animais e das pessoas que moram próximo a ela.




















(Riacho D'réia - Cristiano Costa) A imagem abaixo é um interior do cidade de Buriti dos Lopes. Nesta imagem vemos que existia um riacho (Riacho D'areia). Este riacho era fluente, principalemente no inverno e tinha grande importancia para as pessoas da região, pois sua águas serviam para animais beberem e as pessoas lavavam roupas. Hoje está praticamente seco, pois suas nacentes no pé dos morros foram muito danificadas pela ação humana, fazendo queimadas, roças e a criação de gado. Obviamente também teve influencia do clima que está mais quente, mas se não fosse a ação humana por muitos anos e a falta de preservação estaria bem melhor. O Riacho D'areia era um dos afluentes da Lagoa Grande de Buriti dos Lopes.
Logo mais abaixo deste local, hoje está tudo seco. O local da imagem era cheio de minadores nas frestas das pedras.
Esta foto foi tirada próxima a "pedra do letreiro" um pouco acima de onde fizemos a aula prática com o Cledinaldo
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.Falar em recuperação destas áreas nas atuais condições seria algo muito dispendioso, mas é possivel sim através do plantio de arvores nativas e fiscalização dessas queimadas. Embora o clima não ajude muito, é mais viável dar preferencia ao plantio de plantas nativas mais resistentes como o cajuí, pequizeiro, faveira (Parkia platycephala) e algaroba, por exemplo, que ainda existe na região.








(Antonio Carlos) O Brejo Buritis fica localizado no centro da cidade de Buriti dos Lopes-PI, às margens da BR-343, Rodovia Federal que liga a Capital Teresina a cidade de Luis Correia no litoral Piauiense, sua vegetação está caracterizada como pertencente ao Bioma Mata de Cocais ou área de transição, que fica entre o Piauí, Maranhão e o Tocantins.
O Brejo Buritis é um sítio natural com significado histórico para cidade de Buriti dos Lopes, a despeito do grande potencial de uso e localização privilegiada. Este brejo tem grande importância na história da cidade, pois foi através dos buritizais que nasceu o nome da cidade, foi ali às margens do riacho buritis onde se estabeleceu o seu fundador o sertanista português o senhor Francisco Lopes, então ficou o nome Buriti dos Lopes
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Alternativas Relevantes para Preservação do Brejo Buritis:

Uma das alternativas seria os órgãos públicos colocar em prática um Plano de Manejo Ambiental, através do Conselho Ambiental Municipal, pois existe uma lei votada e aprovada na Câmara Municipal de Buriti dos Lopes a lei nº 316 de 11 de abril de 2002, que torna o brejo buritis como Área de Proteção Ambiental. Neste plano seria feito uma revitalização e recuperação da área, com replantio das áreas devastadas, e principalmente nas áreas das nascentes que foram as mais atingidas pelo homem.
Outra proposta apontada por mim no meu tcc, para uma melhor preservação deste bem comum, seria provocar os nossos alunos a conhecerem o Sítio Brejo Buritis, através de aulas-passeio, pois só se cuida ou preserva aquilo que se conhece. Essa seria uma proposta para longo prazo, visto que no futuro estes alunos estariam aptos a defenderem o brejo onde sua palmeira buriti (Mauritia flexuosa) está na bandeira local, no hino municipal e deu o nome de sua cidade.

 


(Degradação do Leito do rio Longá - Elizamar Bacelar) Vemos a degradação do encontro do rio Longá com o Parnaíba, onde praticamente todo ano é feita uma barragem de piçarra que corta o rio Longá, interligando a localidade Barra do Longá com a outra localidade Coroa de São Remígio, ambos pertencentes ao município de Buriti dos Lopes - PI. Devido a barragem houve uma mudança no leito do rio, ficado totalmente soterrado após anos e anos de toneladas e mais toneladas de piçarra ali depositadas. Antes, muitos anos atrás, quando não faziam barragens, o local era bem fundo e havia muitos peixes e o próprio rio Parnaíba não tinha tantas coroas (ilhas no meio do rio). O Parnaíba hoje, neste local até mais abaixo está muito raso (pode-se atravessá-lo caminhando em alguns locais!)

 













(Degradação das margens do rio Pirangi - Julysse neuma) O rio Pirangi fica situado as margens da BRB 343, na cidade de Buriti dos Lopes, é um local que as pessoas usam como atração do lazer, pelas cachoeiras, um local muito bonito, mas que ficou totalmente destruído pela desastre do rompimento da Barragem dos Algodões, fato mencionado pelo colega Oscar. As fortes chuvas, aumentaram os níveis de água, ocasionado o rompimento da barragem, as águas chegaram ao Buriti com muita força, o volume de água do rio Pirangi aumentou consideravelmente, e como prejuízo tivemos o rompimento da ponte, casas próximas ao rio forma levadas, e depois de três anos pouco foi recuperado. O rio Pirangi já não é mais o mesmo, as cachoeiras foram desfeitas e já não mais lembrando como um local de lazer e sim rasto da destruição.

 


PARQUE MUNICIPAL - LAGOA DO BEBEDOURO

   A Lagoa do Bebedouro fica próximo aos Bairros São Vicente de Paula e Santa Luzia em Parnaíba-PI, é um local de rara beleza que poderia ser bastante explorada e mostrada aos turistas como um cartão postal.
  Há algum tempo ao seu redor existiam palhoças e um calçadão onde as pessoas caminhavam, praticavam esportes e pescavam.  A Lagoa era ainda fonte de sobrevivência para os moradores do local. Infelizmente as palhoças encontram-se hoje depredadas por vândalos, do calçadão só existe restos, os pescadores não se atrevem mais praticar a pesca porque afirma que na lagoa tem cobra, jacaré dentre outros bichos.
A lagoa vem nos últimos anos passando por um processo muito rápido de degradação com a mortandade de peixes e plantas, apresentando um alto índice de poluição.

Pelo menos é o que parece à simples vista, é grande a carga de dejetos e lixo que é jogada ali pela população, o mau cheiro que já exala dali impressiona tanto quanto incomoda a quem se atreve a percorrer o seu perímetro, a poluição está tornando-se insuportável. O fato é que uma enorme área da lagoa encontra-se coberta por aguapés, que são indicadores naturais de poluição.



Discutir a sua recuperação pode ser o eixo norteador de uma política de educação socioambiental para a cidade de Parnaíba. Dentre as medidas que podem ser tomadas para que a Lagoa volte a ser desfrutada por toda a população temos:
·         Fazer a revitalização da Lagoa, incluindo a reconstrução da via de pedestres em seu entorno.
·         Refazer a iluminação Pública.
·         Realizar palestras de sensibilização a população, para que as medidas tomadas possam surtir o efeito desejado, (preservação).
·         Alertar a população quanto ao uso da água para banhar, lavar roupa ou para consumo humano.
·         Fazer o saneamento básico dos bairros em seu entorno.
·          Conter o arremesso de poluentes, oriundos de residências e fabricas aplicando multas aos devidos infratores.
·         Urbanizar, construindo do lado direito um parque ambiental, para que possa ser utilizado para passeios.
·         Não permitir apropriação indébita de suas margens para construção de casas particulares. etc
OBS: ESTE TRABALHO FOI FEITO PELA ALUNA DE BIOLOGIA DO PÓLO DE BURITI DOS LOPES, MARIA JANETE CARDOSO.


 BEIRA RIO

A Beira Rio é um local situado às margens do Rio Igaraçu. É um dos pontos turísticos de Parnaíba-Piauí, onde as pessoas se encontram para se divertir, ouvir uma boa música e degustar o melhor da gastronomia piauiense.
 
 
 
O Calçadão Cultural da Beira Rio foi criado em maio deste ano e consiste numa rua interditada para o trânsito de veículos, onde os clientes dos cinco restaurantes ali instalados podem curtir, com comodidade e segurança, shows de músicos locais, que se apresentam num palco instalado no centro da via.
 
As apresentações ocorrem todas às sextas-feiras, a partir das 21h30.
O espaço foi idealizado pelo setor gastronômico da Beira Rio e pelos músicos parnaibanos, tendo a parceria da Prefeitura do município e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí. O Serviço Social do Comércio, Sesc, também apoia a iniciativa, sendo responsável pela tematização do palco, que foi reformulado pelos proprietários dos restaurantes.
 
O Sebrae no Piauí realiza regularmente consultorias e capacitações nos restaurantes no que se refere a gastronomia e atendimento ao cliente. Em breve, duas ocas serão montadas ao lado do palco para a comercialização do artesanato local.
A transformação da rua em calçadão, a instalação do palco e as capacitações realizadas têm ajudado a aumentar o faturamento dos estabelecimentos.
O calçadão se tornou o novo point da cidade.
O intuito do calçadão é fazer com que o piauiense e os turistas que visitam o nosso estado sintam-se cada vez mais satisfeitos
 
Um dos maiores problemas ambientais perceptíveis é o acúmulo de lixo na margem e leito do rio, ocasionado pela falta de consciência e Educação Ambiental por parte das pessoas que ali moram e frequentam.
 
 
 
Na área próxima ao Rio há muito lixo, mato e isso pode ocasionar a poluição do rio, bem como acarretar o aparecimento de animais como cobras, ratos e outros animais soltos que podem trazer doenças para as pessoas que moram e frequentam essa região. Outro problema é a água da chuva, que empossa as ruas do bairro e da Beira Rio.
 
 
 
 
Outro problema perceptível na Beira Rio é com relação ao dique de proteção.
 
 
A Prefeitura Municipal de Parnaíba mandou demolir o dique de proteção da Beira Rio para construir um novo dique, mas a obra de Qualificação Urbanística e Paisagística foi embargada. O embargo resulta da intenção do município de preservar a comunidade do Bairro Nossa Senhora do Carmo de transtornos resultantes de eventual cheia do rio.
A demolição de parte do dique que protegia a beira-rio de enchentes do Rio Igaraçu foi feita no dia 26 de abril do ano passado por uma empresa contratada pelo Governo do Estado. A obra foi impedida porque a retirada do dique só poderia acontecer depois da construção de outro dique mais próximo da margem do rio.
 
A Prefeitura de Parnaíba entende que a obra de urbanização da orla do Rio Igaraçu é necessária e importante. No entanto considera que a demolição do dique só poderia ser procedida após a construção de uma nova mureta de proteção em área mais próxima à margem do rio, em virtude de haver o risco de alagamento do Bairro do Carmo em caso de cheia do Rio Igaraçu.
O trabalho feito no local pela empresa não inspira confiança, pois onde havia uma mureta de concreto, foi construída outra de tijolos de seis furos, insuficiente para suportar a força das águas do rio, em caso de enchente.
A destruição do dique foi feita de forma irresponsável pela empresa responsável pela obra. A população está amedrontada com a possibilidade do nível do Rio Igaraçu subir, pois a obra até hoje está parada.
Diante do exposto acima, sugiro que seja feita algumas propostas de recuperação do local, e uma delas é a execução de serviços de roçagem do matagal existente nos canais da Avenida das Nações Unidas (Beira-Rio), e ainda a podagem das árvores localizadas naquela via pública, com a devida autorização do Ibama. Em virtude que frequentadores e moradores da Beira Rio, já foram surpreendidos com cobras que saem do mato e atravessam a pista, deixando os mesmos assustados.
Com relação ao lixo que é depositado às margens do rio, é preciso que seja feito atividades relacionadas à Educação Ambiental junto a esta população, para que as mesmas tomem consciência sobre os estragos que a poluição ambiental causa aos rios e a saúde dos mesmos.

É também necessário que se faça uma obra de requalificação da Beira Rio, onde haja uma recuperação do sistema de drenagem da Avenida das Nações Unidas, a Beira-Rio de Parnaíba, contemplando também a Rua Quetinha Pires, no bairro Do Carmo, pois a água da chuva empossa as ruas do bairro.
Com relação às obras do Dique, é necessário que a Prefeitura de Parnaíba manifeste a disposição de dialogar com as autoridades estaduais no intuito de preservar a execução das obras, colocando sempre como pressupostos o estabelecimento de um cronograma de execução que garanta medidas emergenciais de proteção à comunidade posta em risco e o compromisso formal de construção de um novo dique, visto que o risco de alagamento do Bairro do Carmo em caso de cheia do Rio Igaraçu, é enorme, em virtude que as obras do dique está parada.

OBS: ESTA POSTAGEM FOI FEITA PELA ALUNA DE BIOLOGIA DE BURITI DOS LOPES NAJLA ALVES